Quarta-feira, 15 de Agosto de 2007

69 VOLTA A PORTUGAL EM BICICLETA 2007(10ªEtapa)FINAL



10ª Etapa CRI Viseu - Viseu 38,8 km

 

XAVIER TONDO VESTIU A AMARELA NO ÚLTIMO DIA E VENCEU A VOLTA

 

VISEU “CHORA” POR CÂNDIDO

 

Xavier Tondo venceu esta quarta-feira, 15 de Agosto, a 69ª Volta a Portugal edp. O espanhol da equipa LA/MSS foi segundo classificado no decisivo contra-relógio de Viseu mas conseguiu retirar tempo aos mais diversos adversários, nomeadamente a Cândido Barbosa (Liberty Seguros) que não foi além da sexta melhor marca. Hector Guerra (Liberty Seguros) foi o mais rápido do crono disputado à chuva que caiu durante boa parte da tarde. O ano passado, Guerra foi segundo classificado na Volta e, este ano, com a marca de 50 minutos e 46 segundos nos 38,8 km da etapa que encerrou a prova chegou ao terceiro lugar final.

Cândido Barbosa foi o segundo da geral falhando, mais uma vez, a conquista da Volta a Portugal terminando no segundo posto a 56 segundos de Tondo.

 

O vencedor da Volta, o ano passado, David Blanco foi desta vez quinto classificado depois de ter feita a terceira melhor marca no contra relógio.

 

Apesar da chuva, foram muitas as pessoas que quiseram estar presentes na Avenida Europa, em Viseu, neste encerramento da Volta que comemorou os 80 anos da prova fosse para viver a Volta em geral fosse para apoiar Cândido fizeram questão de estar presentes no momento da partida do corredor expressando, ruidosamente, o habitual apoio popular ao “foguete” da Rebordosa e deslocando-se, de imediato, para a zona de chegada para viver, junto ao ecrã gigante que transmitia as imagens da tv, a corrida dos candidatos à vitória.

 

Tondo e os restantes elementos da LAS/MSS, comandados por Manuel Zeverino, fizeram a festa maior em Viseu. Foi um Tondo emocionado que prestou declarações aos muitos jornalistas presentes na Av. Europa.

 

“A maneira como o Zeferino apostou em mim, a maneira como no início da época ele me disse: “ Tens de melhorar no contra-relógio, pois é onde podes fazer a diferença”. Foi ele o primeiro a acreditar nas minhas potencialidades. Hoje demonstrámos que todo o trabalho foi importante. Conseguimos a vitória graças a isso!

 

Dedico a vitória à minha namorada, Sílvia, pois passámos momentos muito difíceis.

Depois de fazer a Volta pela Barbot, em 2004, estava sem equipa e não me esqueço que houve uma altura em que estive três meses a trabalhar numa fábrica de cereais.

Seis meses depois do Zeferino ter acreditado em mim ganhei a Volta ao Alentejo e comecei, finalmente, a acreditar que podia ter futuro. Ele disse-me quando assinei com a equipa que podia até ganhar a Volta. Comecei a acreditar que seria possível. No final de tudo conseguimos.”

 

Na cerimónia de encerramento da Volta, para além do desfila da camisola amarela de Xavier Tondo, também Cândido Barbosa foi chamado para envergar a camisola branca da classificação dos pontos que venceu por larga margem enquanto André Cardoso (Fercase/Rota Móveis) vestiu a camisola verde do prémio da montanha e Tiago Machado (Riberalves/Boavista) voltou a envergar, como aconteceu desde o primeiro dia, a camisola da juventude.

Por equipas a Liberty Seguros venceu a 69ª Volta a Portugal edp enquanto a LA/MSS, do camisola amarela, foi segunda e o Benfica terceiro classificado.

 

CLASSIFICAÇÃO 10ª ETAPA

CRI Viseu-Viseu 38,8 Km Média 45,8 Km/h

 

1. H. Guerra (Liberty)

           0H 50 M 46 S

2. X. Tondo (LA). C. Barbosa (Libert

a 09 s

3. D. Blanco (Duja)

                      a 22 s

4. M. Garrido (Duja)

                      a 39 s

5. J. Pecharroman (Benfica)

a 40 s

 

ETAPA COMENTADA POR JOAQUIM GOMES

DIRECTOR DA 69ª VOLTA A PORTUGAL edp

 

Foi um contra-relógio fantástico mas acredito que poderá ter sido decepcionante para milhares de pessoas que estavam na estrada porque o seu ídolo acabou por não corresponder às expectativas que foi criando ao longo da Volta. No entanto, o Cândido Barbosa revelou-se continuamente como o melhor corredor português da actualidade. Os seus 32 anos talvez não permitam que durante muito mais tempo ele consiga manter este nível. De qualquer forma ele é o corredor de quem o povo gosta, aquele que mais brilhou numa Volta de grande nível.

 

Estiveram milhares e milhares de pessoas na estrada. Esta Volta acabou por coroar o ciclista que – longe de ser o mais popular – acabou por ser um justo vencedor. Foi ele quem cumpriu os mais de 1600 km no menor tempo e está de parabéns!

 

CLASSIFICAÇÃO GERAL FINAL 69ª VOLTA A PORTUGAL EDP

 

1. X. Tondo (LA)

   40H 25 M 56 S

2. C. Barbosa (Liberty)

a 56 s

3. H. Guerra (Liberty)

         a 1 m 31 s

4. E. Jimenez (Karpin)

         a 1 m 36 s

5. D. Blanco (Duja)

a 3 m 25 s

 

Colado de <http://www.volta-portugal.com/index.php>

VOLTA2007 BICICLETA (10ªETAPA-1ªPARTE) VOLTA2007 BICICLETA (10ªETAPA-2ªPARTE) VOLTA2007 BICICLETA (10ªETAPA-3ªPARTE) VOLTA2007 BICICLETA (10ªETAPA-ULTIMA PARTE)
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69 VOLTA A PORTUGAL EM BICICLETA 2007(9ªEtapa)

9ª Etapa Oliveira Bairro – Torre (Serra Estrela) 154,2 km

 


 


Cândido “ensinou-lhe” o caminho e Jimenez

 roubou-lhe a amarela

 

Oespanhol Eladio Jimenez (Karpin/Galicia) venceu a subida à Torre e conquistou, esta terça-feira, a camisola amarela da 69ª Volta a Portugal edp. Cândido Barbosa (Liberty Seguros) foi terceiro classificado perdeu 55 segundos para o vencedor e baixou ao segundo lugar da geral a faltar apenas um dia para o fim da prova. Cândido ficou a 33 segundos do novo líder enquanto Xavier Tondo (LA/MSS), que só na ponta final não conseguiu aguentar o ritmo de Jimenez, foi segundo na Serra da Estrela e à entrada para o contra-relógio final tem 37 segundos de desvantagem.

 

Sendo bastante selectiva esta nova etapa que teve 154,2 Km iniciados em Oliveira do Bairro, a discussão final da Volta ainda está em aberto para o crono de Viseu. Hoje, o final da tirada coincidia com uma contagem de montanha categoria especial que, como quase sempre, ditou bastantes alterações na competição.

Um dos favoritos, José Azevedo (Benfica) perdeu pouco mais de dois minutos e na classificação baixou de quarto para o quinto posto ficando a dois minutos e meio do camisola amarela. A David Blanco (Duja/Tavira) as coisas também não correram bem. O espanhol, vencedor o ano passado da Volta terminou hoje em décimo lugar caindo de terceiro na geral para o sétimo posto.

Antes da subida final, o pelotão estreou a nova contagem de montanha de primeira categoria da Volta a Portugal. Na passagem pelo Alto do Carrazedo começaram as dificuldades e o pelotão começou a fraccionar-se. José Cabreira foi um dos mais combativos trabalhando para Xavier Tondo. Óscar Sevilha (Relax/Gam) por momentos ainda deu a entender que podia entrar na discussão mas depressa se percebeu que não tinha pernas para alcançar os mais adiantados.

Jimenez e Tondo atacaram a quinze quilómetros e ninguém mais os agarrou.

 

A vitória de Eladio Jimenez não deixa de ser curiosa pelo facto de ter sido Cândido Barbosa a mostrar-lhe a nova escalada da Serra da Estrela. Velhos conhecidos dos tempos em que ambos correram pela Banesto, os dois vieram treinar para a serra e hoje, amigos amigos, corridas à parte e Jimenez, avisado do que o esperava, tratou de amealhar mais uma vitória importante. O espanhol já tinha triunfado na subida à Sr.ª da Graça.

 

O jovem André Cardoso (Fercase/Rota Móveis) aguentou bem a pedalada e arrumou em definitivo a questão da camisola verde vencendo o prémio da montanha por apenas um ponto de diferença.

 

Meta Volante (Mealhada) 12,5 km

 

1. J.Garcia (124 Relax)

3 Seg

2. T.Dall’Antonia (132 Panaria)

2 Seg

3. G.Martins (19 Madeinox)

1 Seg

 

Prémio da Montanha (Luso) 3ª Cat. - 22,5 Km

 

1. A. Cardoso (53 Fercase)

5 Pts

2. I. Nozal (166 Karpin)

3 Pts

3. B. Pires (44 LA)

2 Pts

4. B. Castanheira (33 Benfica)

1 Pts.

 

Meta Volante (Tábua) 62,3 km

 

1. B. Castanheira (33 Benfica)

3 Seg

2. B. Pires (44 LA)

2 Seg

3. I. Nozal (166 Karpin)

1 Seg

 

Prémio da Montanha (Alto Carrazedo) 1ª Cat. – 108,5, Km

 

1. E. Jimenez (165 Karpin)

15 Pts

2. A. Cardoso (53 Fercase)

13 Pts

3. A.Vasquez (48 LA)

11 Pts

4. P.Cardoso (43 LA)

9 Pts.

 

Prémio da Montanha (Torre) Cat. Especial – 154,2, Km

 

1. E. Jimenez (165 Karpin)

25 Pts

2. X. Tondo (41LA)

20 Pts

3. C. Barbosa (71Liberty)

17 Pts

4. H. Guerra (76 Liberty)

15 Pts.

  

Meta Volante (Seia) 123,7 km

 

1. A. Palomares ( 176Fuerteventura )

3 Seg

2. H. Sabido (111Barloworld)

2 Seg

3. C. Barbosa (71 Liberty)

1 Seg

 

CLASSIFICAÇÃO 9ª ETAPA ( Média 36,3 Km/h)

 

1. E. Jimenez (165 Karpin)

4 H 15 M 48 S

2. X. Tondo (41LA)

m.t.

3. C. Barbosa (71Liberty)

m.t.

 

ETAPA COMENTADA POR JOAQUIM GOMES

DIRECTOR DA 69ª VOLTA A PORTUGAL edp

 

Eu penso que depois do esforço que fizemos nestes últimos dois anos para que a Torre voltasse a ser o ponto mais alto da Volta a Portugal, parece-me que as expectativas foram ultrapassadas.

 

Mais importante que isso é termos a possibilidade que tudo fique decidido no contra-relógio desta quarta-feira.

 

Hoje, houve uma batalha impressionante que se iniciou logo no prémio de montanha no alto de Carrazedo. Depois uma luta final na subida que ligou Seia à Torre, com aqueles que desde o primeiro dia foram apontados como os principais protagonistas. José Azevedo tudo fez para continuar na luta pela vitória. A maior decepção foi, sem dúvida, o David Blanco. O Xavier Tondo fez uma etapa fantástica. Eladio Jimenez foi fenomenal – ganhou a camisola amarela, que vai ter dificuldade em segurar, frente a dois excelentes contra-relogistas. No contra-relógio – que tem uma componente técnica muito elevada – Cândido Barbosa e Xavier Tondo são os dois mais fortes e é para eles que deve estar reservada a vitória.

 

CLASSIFICAÇÃO GERAL INDIVIDUAL

APÓS 9ª ETAPA

 

1. E. Jimenez (Karpin)

39H 34 M 24 S

2. C. Barbosa (Liberty)

a 33 s

3. X. Tondo (LA)

a 37 s

4. H. Guerra (76 Liberty)

a 2 m17 s

5. J. Azevedo (31Benfica)

a 2 m 32 s 

 

10.ª Etapa 15 Agosto

Viseu – Viseu (38,8 Km)

 

Para, definitivamente, se encontrar o vencedor desta Volta, a PAD/LagosSports regressa esta quarta-feira à cidade de Viseu para, neste último dia de competição, realizar um contra-relógio individual de quase 40 km. O local de partida e chegada é o mesmo, a Avenida da Europa um palco excelente que reúne todas as condições para a organização, para as equipas e para o público poder beneficiar deste grande acontecimento que tem sido, dia após dia, a 69ª Volta a Portugal edp. A partida para o primeiro corredor está marcada para as 13h37 enquanto o último ciclista, o camisola amarela, vai partir às 15h55.

 

A etapa vista por Joaquim Gomes: “Quem olhar para o percurso deste crono seguindo apenas as coordenadas pelo papel, pode assustar-se com o número de rotundas que os corredores vão ter de enfrentar mas, na realidade, no terreno, muitas dessas rotundas é como se não existissem porque não os obrigam a mudança de trajectória e nem a uma única travagem. Claro que a componente técnica será determinante e um contra-relógio que surge ao fim de tantos dias de prova e após um dia tão exigente como foi a subida à Torre só pode mesmo ser considerado importante. Os contra-relogistas tiveram de se defender na montanha e o defender nesta situação é não perder muito tempo. Por sua vez os trepadores tiveram de dar tudo para ganhar tempo aos especialistas do crono a quem, teoricamente, em Viseu, terão de ceder alguns segundos ou até minutos. Ou seja, só um ciclista completo pode ganhar esta Volta.”

 

O último homem a envergar a camisola amarela edp na 69ª Volta a Portugal em bicicleta terá provado ser o mais forte e o mais completo dos 11 dias de competição. A festa que durante duas semanas invadiu o país estará concluída e o nome do vencedor passará a constar do quadro de honra da Volta, sucedendo ao espanhol David Blanco, vencedor em 2006.

VOLTA2007 BICICLETA (9ªETAPA-1ªPARTE) VOLTA2007 BICICLETA (9ªETAPA-2ªPARTE) VOLTA2007 BICICLETA (9ªETAPA-3ªPARTE) VOLTA2007 BICICLETA (9ªETAPA-4ªPARTE) VOLTA2007 BICICLETA (9ªETAPA-FINAL)
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Segunda-feira, 13 de Agosto de 2007

69 VOLTA A PORTUGAL EM BICICLETA 2007(8ªEtapa)

8ª Etapa Aveiro – S. João Madeira 157,1 km

 


 

CÂNDIDO CONTINUA A FAZER HISTÓRIA NA 69ª VOLTA A PORTUGAL edp

SPRINT EM SÃO JOÃO DA MADEIRA VALEU MAIS UNS SEGUNDOS

 

Mais uma etapa discutida ao sprint, mais uma etapa ganha por Cândido Barbosa. E vão quatro!

Desta vez o camisola amarela não foi surpreendido e na recta da meta, em São João da Madeira, perante milhares de pessoas amealhou, esta segunda-feira, mais um triunfo que lhe permitiu bonificar dez segundos que lhe podem valer ouro no contra-relógio de Viseu. Para isso o homem da Liberty Seguros vai tentar na subida à Torre resguardar-se o mais possível.

Cândido bateu hoje Marco Bandiera (Lampre/Fondital) e Paride Grillo no final da oitava etapa que ligou Aveiro a São João da Madeira na extensão de 157,1 Km.

Na classificação geral, a etapa poucas alterações trouxe porque o primeiro grande pelotão com cerca de sessenta elementos foi cronometrado com o tempo do vencedor mas Cândido conseguiu aumentar a vantagem para os mais directos adversários devido à bonificação e agora, antes da subida à Torre, tem 27 segundos sobre Eladio Jimenez (Karpin/Galicia) e 38 sobre David Blanco.

Nas declarações proferidas após o final da etapa o camisola amarela esclareceu porque não festejou a vitória logo após cortar a meta.

 

“Não festejei porque não tive a noção se tínhamos anulado todas as fugas. Estes últimos quilómetros foram de uma tensão enorme. A chegada era muito complicada. Felizmente consegui colocar-me na roda dos homens da Lampre e posteriormente da Panaria.

 

Sem dúvida que foi muito importante conseguir bonificar. Por 10 segundos se pode ganhar ou perder uma Volta a Portugal. Podendo levar alguma vantagem para a etapa de amanhã (Torre) acabo por ter mais alguma força para defender a amarela. É uma mais-valia, tendo em conta o défice que tenho na montanha. Vou fazer tudo por tudo para conservar a camisola amarela. Perder algum tempo para os adversários seria desagradável. Perder a camisola amarela seria ainda pior mas enquanto for líder desta Volta a Portugal acredito que posso vencer.”

 

Nas classificações das outras camisolas a etapa também não foi pródiga em novidades mantendo-se André Cardoso (Fercase/Rota Móveis) com a camisola verde do prémio da montanha, Cândido Barbosa, líder da classificação por pontos, pelo facto de estar de amarelo continua a ceder a camisola branca a Paride Grillo (Panaria/Navigare) e Tiago Machado (Riberalves/Boavista) mantém a camisola laranja, símbolo do prémio da juventude.

 

INÍCIO DE ETAPA MUITO RÁPIDO

 

Saíram de Aveiro, no início desta etapa, 145 corredores com Cândido Barbosa de amarelo.

 

Meta Volante (Mira) 23,5 km

 

1. D. Petrov (9 Duja)

3 Seg

2. A. Marques (11 Madeinox)

2 Seg

3. V. Duma (158 Flaminia)

1 Seg

 

Após a passagem por Mira aconteceu a fuga do dia com um grupo de quinze elementos a saltar para a frente da corrida. Quase todas as formações estavam representadas entre os fugitivos. Sem dificuldades no terreno e com estrada com bom piso estavam reunidas as condições ideais para a primeira hora de prova registar uma média elevadíssima. Percorreram-se cinquenta e um quilómetros nesta primeira fase do dia.

 

Meta Volante (Águeda) 76,3 Km

 

1. C. Sousa (66 Riberalves)

3 Seg

2. D. Petrov (9 Duja)

2 Seg

3. M. Bono (92 Lampre)

1 Seg

 

Do grupo de quinze unidades saltou Javier Cherro (Fuerteventura) ao quilómetro 87 sendo, um pouco mais tarde, acompanhado por Vladimir Duma (Ceramica Flaminia). Os dois seguiram em cabeça de corrida mas nunca alcançaram mais de 3 minutos e meio de vantagem sobre o pelotão. Os anteriores companheiros de fuga prosseguiram numa posição intermédia.

 

Prémio da Montanha (Codal) 3ª Cat. - 120,9 Km

 

1. V. Duma (158 Flaminia)

5 Pts

2 J. Cherro (174 Fuerteventura)

3 Pts

3. L. Laverde (131 Panaria)

2 Pts

4. A. Vasquez (48 LA)

1 Pts.

 

Meta Volante (Oliveira Azeméis) – 136,4 Km

 

1. L. Euser (144 Slipstream)

3 Seg

2. C. Faria (45 LA)

2 Seg

3. D. Kudashev (127 Relax)

1 Seg

  

A partir do quilómetro 144, o pelotão rolou compacto com várias equipas a passarem pelo comando e, apesar das tentativas, mais nenhum homem conseguiu ganhar vantagem.

 

Prémio da Montanha (Codal) 3ª Cat. - 149,3 Km

 

1. D. Barnabeu (171Fuerteventura)

5 Pts

2 H. Guerra (76 Liberty)

3 Pts

3. C. Barbosa (71 Liberty)

2 Pts

4. N. Vitorino (7 Duja)

1 Pts.

 

 

Até ao fim o pelotão rolaria sempre compacto e apenas no fim um arranque vigoroso de Cândido Barbosa surtiu efeito tendo ganho a quarta etapa nesta Volta a Portugal.

 

CLASSIFICAÇÃO 8ª ETAPA ( Média Km/h)

 

1. C. Barbosa (71 Liberty)

3 H 35 M 39 S

2. M. Bandiera (98 Lampre)

m.t.

3. P. Grillo (137 Panaria)

m.t.

 

ETAPA COMENTADA POR JOAQUIM GOMES

DIRECTOR DA 69ª VOLTA A PORTUGAL edp

 

Está a ser uma Volta linda. O público, em São João da Madeira, ocorreu em massa aos últimos quilómetros para ver os heróis da estrada. De resto já nos têm habituado a estas belas recepções.

É bom sabermos como esta modalidade é querida.

Chegámos agora, finalmente, à etapa rainha da Volta. A Torre foi uma das principais novidades da Volta 2007 e vai ser ela a decidir quem é o homem mais forte da competição.

Sabemos que o Cândido, fruto das quatro vitórias amealhadas, foi o corredor mais popular até aqui.

Na realidade ainda não tivemos alta montanha pois a Sra. da Graça – com os seus 900 metros de altitude e oito quilómetros de extensão - apesar de ser uma etapa mítica, não é alta montanha. Isso vamos ter amanhã!

 

CLASSIFICAÇÃO GERAL INDIVIDUAL APÓS 8ª ETAPA

 

1. C. Barbosa (Liberty)

35H 19 M 19 S

2. E. Jimenez (Karpin)

a 27 s

3. D. Blanco (Duja)

a 38 s

4. J. Azevedo (Benfica)

a 40 s

5. X. Tondo (LA)

a 47 s

 

9.ª Etapa 14 Agosto

Oliveira do Bairro – Torre - Serra da Estrela (154,2 Km)

 

No penúltimo dia de competição pede-se de novo aos ciclistas que se superem porque terão de pedalar em direcção à Serra da Estrela. Oliveira do Bairro será o ponto de partida às 13h10 e, pouco mais à frente, na Mealhada, o pelotão terá a primeira Meta Volante da etapa. Virá depois a Serra do Luso onde vai estar uma faixa a indicar tratar-se de uma contagem de Montanha de 3ª categoria. Por estar perto o fim da Volta, a classificação das Metas Volantes estará decidida, ou quase, mas quem precisar de pontuar pode ainda fazê-lo em Tábua, ao km 62, e também em Seia, local da última Meta intermédia da 69ª Volta a Portugal edp. Antes haverá montanha muito íngreme, para ultrapassar. Trata-se do alto de Carrazedo, que se estreia em provas de ciclismo apesar de muitos corredores e directores desportivos terem já visitado o local para “lhe tirar as medidas”. A altitude passará rapidamente de 300 para mais de 950 metros e a percentagem de inclinação confere ao local a classificação de Montanha de 1ª categoria. Mas maior dificuldade estará ainda para chegar e vai coincidir com o final de etapa no ponto mais alto de Portugal continental. A escalada à Torre, de categoria especial, será feita pelo lado de Seia e vai atribuir em definitivo a camisola Verde. Em Junho, no anterior Grande Prémio Internacional organizado pela PAD/LagosSports, André Vital (Madeinox/Bric/Loulé) foi o vencedor da subida à Torre.

 

A etapa vista por Joaquim Gomes: “É o regresso da Torre à Volta numa etapa em que há uma novidade ainda maior e que, enquanto organizadores da prova, nos enche de orgulho. A nova escalada, muito difícil e catalogada como montanha de primeira categoria, vai surgir antes de Seia por onde se vai subir para Torre. Com o calor que se perspectiva e tendo em conta que o pelotão já leva nove dias nas pernas e que haverá corredores extremamente cansados física e psicologicamente, podemos afirmar que esta será uma etapa extremamente demolidora. No dia seguinte, os corredores sabem que têm o contra-relógio que vai beneficiar os homens que têm possibilidade de serem os melhores nesta tirada e portanto creio estarem reunidas todas as condições para um grande espectáculo desportivo. Vamos esperar pela etapa rainha da Volta. Foi uma espera interessante, mas ela chegou finalmente.


Colado de <http://www.volta-portugal.com/>

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69 VOLTA A PORTUGAL EM BICICLETA 2007(7ªEtapa)

 

7ª Etapa Lixa – Gondomar 168 km

PARIDE CANTOU DE GRILLO OUTRA VEZ

MULTIDÃO SAIU À RUA NA ESTREIA DE GONDOMAR

 

Paride Grillo (Panaria/Navigare) foi o vencedor na estreia de Gondomar como final de etapa na Volta a Portugal. O italiano bateu, em cima da linha de meta, o ucraniano Mikhaylo Khalilov (Flaminia) e o camisola amarela Cândido Barbosa (Liberty Seguros). Grillo, de 25 anos, já tinha vencido na chegada a Beja e este domingo, perante milhares de pessoas espalhadas nos derradeiros quilómetros da tirada, alcançou a segunda vitória nesta 69ª Volta a Portugal edp.

 

Os primeiros dezoito corredores foram todos cronometrados com o tempo do vencedor que fez uma média de 43,1 Km/h nos 168 quilómetros da sétima etapa. Cândido ainda bonificou quatro segundos pelo facto de ter chegado na terceira posição e, além de manter o símbolo da liderança, distanciou-se um pouco da concorrência mais directa.

Na geral, Eladio Jimenez ( Karpin/Galicia) continua a ser o segundo mas depois desta etapa muito movimentada e rápida passou a estar a 17 segundos enquanto David Blanco (Duja/Tavira), vencedor do ano passado, é terceiro a 28 segundos. Na prática, esta Volta ainda mantém tudo em aberto faltando, entre outras etapas, a subida à Torre e o contra relógio final de 40 km. Entre os dez melhores classificados a diferença não vai além de 1 minutos e 39 segundos.

 

No desfile de camisolas, Cândido Barbosa além de continuar a vestir de amarelo, mantém a camisola branca da classificação por pontos tendo larga vantagem sobre Paride Grillo. O prémio da montanha e a respectiva camisola verde continua a pertencer a André Cardoso (Fercase/Rota Móveis). A classificação da juventude é liderada por Tiago Machado (Riberalves/Boavista).

 

ETAPA MUITO MOVIMENTADA

 

Saíram para esta etapa, na cidade da Lixa, 145 corredores formando um pelotão que tinha em Cândido Barbosa o líder da classificação geral. Após várias tentativas de fuga, sem qualquer resultado, a coluna encontrou o primeiro ponto quente do dia.

 

Meta Volante (Penafiel) 18,3 Km

 

1. Filipo Savini (138 Panaria)

3 Seg

2. Jason Donald (142 Slipstream)

2 Seg

3. Mikel Pradera (37 Benfica)

1 Seg

 

Após a passagem por Penafiel, com muitas movimentações no pelotão, aconteceram as primeiras fugas do dia. A equipa de Cândido Barbosa esteve sempre alerta para não ser surpreendida tentando integrar sempre um elemento nos maiores grupos que se foram formando. A média da primeira hora de prova, 47 Km/h, atesta como foi movimentada a corrida desde o início.

 

Prémio da Montanha (Mó) 3ª Cat. - 55,2 Km

 

1. A. Cardoso (53 Fercase)

5 Pts

2 J. Garrido (47 LA)

3 Pts

3. M. Pradera (37 Benfica)

2 Pts

 

André Cardoso conseguiu reforçar a liderança da camisola verde na primeira contagem de montanha mas, logo depois, surgiu uma outra inclinação e desta vez o jovem da equipa de Paredes já não conseguiu acompanhar a frente da corrida porque foram outros os protagonistas a ganhar algum avanço.

Na frente rodavam Adrian Palomares, Angel Vicioso, Jose Garrido, Gianluca Geremia e Fillipo Savini.

 

Prémio da Montanha (Chão d’Ave) 3ª Cat. - 76,5 Km

 

1. A.Palomares (176 Fuerteventura)

5 Pts

2 G.Geremia( 155 Flaminia)

3 Pts

3. A.Vicioso (129 Relax)

2 Pts

 

Meta Volante (Nogueira do Cravo) – 88 Km

 

1. A. Palomares (176 Fuerteventura)

3 Seg

2. J. Garrido (47 LA)

2 Seg

3. F Savini (138 Panaria)

1 Seg

 

 

Depois de variadas movimentações o pelotão anulou a fuga mas o desejo independentista de várias equipas logo tratou de arranjar novos corredores para a dianteira da prova. Doze ciclistas saltaram para a frente mas nunca conseguiram grande vantagem. Depois da passagem por Gaia, novas movimentações deram ainda mais ritmo à corrida

 

Meta Volante (V. N. Gaia) – 120,5 Km

 

1. L. Euser (144 Slipstream)

3 Seg

2. C. Faria (45 LA)

2 Seg

3. D. Kudashev (127 Relax)

1 Seg

 

A dúzia de corredores ficou entretanto reduzida a nove elementos. A vantagem sobre o pelotão foi pouco significativa e a barreira dos dois minutos nunca foi ultrapassada. A três quilómetros da meta o grosso da coluna anulou o esforço dos fugitivos. Havia uma verdadeira multidão à espera da Volta nesta estreia de Gondomar como final de etapa. Entre milhares de cotoveladas e pescoços levantados no ar esperava-se um sprint. A impressionante força do pelotão irrompeu junto ao Pavilhão Multiusos e Paride Grillo conseguiu, mais uma vez, vencer uma etapa.

 

CLASSIFICAÇÃO 7ª ETAPA ( Média 43,11 Km/h)

 

1. P. Grillo (137 Panaria)

3 H 53 M 48 S

2. M. Khalilov (156 Flaminia)

m.t.

3. C. Barbosa (71 Liberty)

m.t.

 

 

ETAPA COMENTADA POR JOAQUIM GOMES

DIRECTOR DA 69ª VOLTA A PORTUGAL edp

 

Julgo que posso dizer, sem me enganar, que assistimos este sábado ao maior banho de multidão que alguma vez houve numa Volta a Portugal em bicicleta. Estamos a falar de uma etapa de transição. Não há dúvidas que o que aconteceu na Sra. da Graça e no Monte de Nossa Sra. da Assunção - para além de toda a espectacularidade que esta Volta tem tido - acabou por mobilizar as pessoas para esta verdadeira multidão que esteve em Gondomar.

Não tenho dúvidas também que estamos num final de etapa integrado numa região que vibra imenso com o ciclismo, daí todo este fervor que se viveu. Foi uma etapa que, sendo essencialmente de transição, com um pouco menos importância em termos de decisões para o final da classificação geral, teve o condão de nos proporcionar um enormíssimo banho de multidão.

 

 

CLASSIFICAÇÃO GERAL INDIVIDUAL APÓS 7ª ETAPA

 

1. C. Barbosa (Liberty)

31H 43 M 50 S

2. E. Jimenez (Karpin)

a 17 s

3. D. Blanco (Duja)

a 28 s

4. J. Azevedo (Benfica)

a 30 s

5. X. Tondo (LA)

a 37 s

 

8.ª Etapa 13 Agosto

Aveiro – São João Madeira (157,1 km)

A partida simbólica, em Aveiro, será dada esta segunda-feira às 13h20 junto ao Centro de Congressos e a partida real, um pouco mais à frente, em Verdemilho. Nesta 8ª etapa as dificuldades não serão muitas havendo apenas duas passagens por Codal, na região de Vale de Cambra, classificadas como Montanha de 3ª categoria. Na Meta Volante de Mira, ao quilómetro 23, haverá os habituais 3 segundos de bonificação para o primeiro a passar, o mesmo acontecendo em Águeda aos 76 quilómetros e em Oliveira de Azeméis quando apenas faltarem 20 mil metros para a chegada a S. João da Madeira. A recta da meta, instalada junto à Câmara Municipal, promete, como sempre, encher-se de muitos milhares de espectadores para assistirem à discussão da etapa. Nos últimos anos, o “sprint” tem sido a característica predominante nas chegadas a S. João da Madeira.

A etapa vista por Joaquim Gomes: “Esta será a última etapa em que os velocistas terão oportunidade de brilhar, daí que a”guerra”, que acredito ir acontecer entre eles, seja bastante interessante de seguir. Poderá haver algumas fugas, mais ou menos consentidas, entre as equipas que têm “sprinters” e que tentam fazer a sua aposta ganhando alguma visibilidade mediática. Mais uma vez S. João da Madeira deve receber com muito calor humano toda a caravana, proporcionando-lhe momentos magníficos e uma forma de tirar partido desses milhares e milhares de pessoas que certamente vão estar na cidade é traçar, como a organização faz habitualmente, um circuito citadino nos quilómetros finais da etapa.” 


Colado de <http://www.volta-portugal.com/>

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69 VOLTA A PORTUGAL EM BICICLETA 2007(6ªEtapa)


6ª Etapa Celorico Basto – Mondim (Sr.ª Graça) 143 km

 



CÂNDIDO BARBOSA MANTEVE AMARELA DEPOIS DO DISPARO DE JIMENEZ

 

Eladio Jimenez (Karpin/Galicia) venceu a mítica subida ao alto da Sr.ª da Graça que conclui, este sábado, a 6ª etapa da 69ª Volta a Portugal edp. Seis segundos depois do espanhol terminou José Azevedo (Benfica) enquanto Cândido Barbosa (Liberty Seguros) foi o terceiro classificado perdendo onze segundos para o vencedor. Com este resultado, Cândido manteve a camisola amarela mas a diferença que passou a ter para o segundo classificado é menor, apenas seis segundos sobre Jimenez que subiu do quarto lugar para a vice liderança da prova.

José Azevedo com o segundo lugar na etapa ascendeu do sexto ao terceiro lugar da classificação geral e está agora a 22 segundos.

Como habitualmente os últimos quilómetros decidiram a etapa que foi a mais curta mas uma das difíceis desta edição da Volta porque, além de terminar no alto do Monte Farinha, contou também com uma outra contagem de primeira categoria no Monte do Viso quando faltavam cerca de 50 quilómetros para o fim.

Adrian Palomares (Fuerteventura) entrou isolado no início da derradeira subida, depois de Mondim de Basto, mas a vantagem era curta e pouco depois seria alcançado.

João Cabreira (LA/MSS), por instantes, conseguiu algum protagonismo levando muitos dos milhares de espectadores que se espalharam pelo percurso a imaginar que poderia repetir o triunfo alcançado o ano passado nesta etapa.

A dois mil metros da chegada, Cabreira tinha uma vantagem de doze segundos para André Cardoso (Fercase) que tinha reforçado a liderança do prémio da montanha, camisola verde, na passagem pelo Viso e que tentava não perder muito tempo. Logo atrás, a vinte e dois segundos, estava um pequeno grupo onde despontava o camisola amarela Cândido Barbosa.

Foi desse conjunto que saltou José Azevedo mas rapidamente foi alcançado sensivelmente no momento em que estava terminada a iniciativa isolada de João Cabreira. De imediato saltou Eladio Jimenez para a frente da corrida levando na roda Azevedo e Cândido Barbosa, os três que terminaram nas primeiras posições.

 

 

 

CELORICO DE BASTO DEU INÍCIO À 6ª ETAPA

 

Alinharam nesta etapa que teve início em Celorico de Basto 147 ciclistas.

Cândido Barbosa (Liberty Seguros) partiu na liderança da corrida com 20 segundos de vantagem sobre o segundo classificado, David Blanco (Duja/Tavira) mas os dois primeiros protagonistas da tirada foram Adrian Palomares (Fuerteventura) e Jacek Morajko (Riberalves) que no quilómetro 8 resolveram destacar-se do pelotão. Foram eles os primeiros a bonificar na passagem pela meta volante de Vila Gandarela que estava posicionada pouco mais à frente.

 

Meta Volante (Vila Gandarela de Basto) 11,2 Km

 

1. J. Morajko (63 Riberalves)

3 Seg

2. A. Palomares (176 Fuerteventura)

2 Seg

3. J. Garcia (124 Relax)

1 Seg

 

Atrás do polaco e do espanhol que estavam mais adiantados formou-se um grupo de nove unidades que também tinha conseguido escapar ao pelotão. Krassimir Vassilev (Duja), Jesus Buendia (Barbot), Hélder Miranda (Benfica), André Cardoso (Fercase), Pablo Urtasun (Liberty), Alberto Fernandez (Saunier), Jorge Garcia (Relxa), Vladimir Duma (Flaminia), Javier Cherro (Fuerteventura) e Jesus Cuesta (Fercase).

Antes da contagem de montanha, o jovem André Cardoso tomou a liderança do grupo perseguidor na tentativa de somar mais alguns pontos para a classificação do prémio da montanha neste dia particularmente dedicado aos trepadores. Mesmo sem conseguir chegar aos mais adiantados, Cardoso somou mais dois pontos à camisola verde que estava na iminência de perder devido às contagens de primeira categoria que ainda estavam para vir.

A diferença para o pelotão era de cerca de quatro minutos com a Liberty a controlar os andamentos sem deixar alargar muito mais a desvantagem.

 

 

Prémio da Montanha (Portela Stª Eulália) 3ª Cat. - 69,6 Km

 

1. J. Morajko (63 Riberalves)

5 Pts

2 J. Cherro (174 Fuerteventura)

3 Pts

3. A.Cardoso (53 Fercase)

2 Pts

 

Sem nunca conseguirem aproximar do duo que seguia na frente da corrida, os perseguidores bem tentavam encontrar o melhor entendimento mas não havia meio de colarem aos da dianteira.

 

Meta Volante Celorico de Basto 85 Km

 

1. J. Cherro (174 Fuerteventura)

3 Seg

2 J. Morajko (63 Riberalves)

2 Seg

3. A. Cardoso (53 Fercase)

1 Seg

 

Depois da passagem por Celorico de Basto a história da corrida começou a escrever-se de uma outra maneira. O plano começava a inclinar com a subida para o Monte do Viso. À entrada o duo tinha dois minutos e meio de vantagem sobre os dez homens que seguiam mais atrás e pouco mais de seis minutos para o pelotão.

Nos primeiros metros da subida o grupo começou a fraccionar-se sendo os primeiros a ficar para trás Duma, Urtasun e Buendia.

Num esforço para reforçar a liderança da montanha, André Cardoso veio para a frente e conseguiu ser o mais pontuado ficando mais um dia com a camisola verde.

 

Prémio da Montanha (Monte do Viso) 1ª Cat. – 93,7 Km

 

1. A. Cardoso (53 Fercase)

15 Pts

2. J.Cherro (174 Fuerteventura)

13 Pts

3. A. Fernandez (105 SaunierDuval)

11 Pts

4 . K. Vassilev (3 Duja)

9 Pts

 

Meta Volante Mondim de Basto – Km 131,6 Km

 

1. A. Palomares (176 Fuerteventura)

3 Seg

2. V. Duma (158 Flaminia)

2 Seg

3. J. Buendia (29 Barbot)

1 Seg

 

Prémio da Montanha (Sra. da Graça) 1ª Cat. – 143 Km

 

1. E. Jimenez (165 Karpin)

15 Pts

2. J. Azevedo (31 Benfica)

13 Pts

3. C. Barbosa (71 Liberty)

11 Pts

4. D. Blanco (1 Duja)

9 Pts

 

A partir do momento da passagem por Mondim de Basto a corrida alterou-se por completo levando Eladio Jimenez à segunda vitória esta temporada depois de. no mês passado. ter vencido no alto de Montejunto no Grande Prémio de Torres Vedras/Troféu Joaquim Agostinho.

 

 

CLASSIFICAÇÃO 6ª ETAPA ( Média 36,5 Km/h)

 

1. E. Jimenez (165 Karpin)

3 H 54 M 28 S

2. J. Azevedo (31 Benfica)

a 06 seg

3. C. Barbosa (71 Liberty)

a 10 seg

 

 

ETAPA COMENTADA POR JOAQUIM GOMES

DIRECTOR DA 69ª VOLTA A PORTUGAL edp

 

Estava à espera que os principais favoritos se assumissem mais. Não houve nenhum ataque demolidor o que seria bom para o espectáculo. Havia receio que um dos grandes nomes do ciclismo espanhol pudesse fazer a diferença na Sra. da Graça mas isso acabou por não acontecer.

Quanto ao público, tenho a dizer que esta edição da Volta está a ter um nível muito interessante. Continuo a acreditar que o desfecho da etapa de Santo Tirso (N. Sra. Assunção) foi determinante para mobilizar toda a gente para acompanhar a Volta a Portugal.

Com o Cândido Barbosa tão bem colocado, tal como o grande homem do Benfica – José Azevedo, que ainda está na discussão da prova, não há dúvidas que a Serra da Estrela vai fazer jus ao título de etapa rainha desta edição.

 

 

CLASSIFICAÇÃO GERAL INDIVIDUAL APÓS 6ª ETAPA

 

1. C. Barbosa (Liberty)

27H 50 M 06 S

2. E. Jimenez (Karpin)

a 09 s

3. J. Azevedo (Benfica)

a 22 s

4. D. Blanco (Duja)

a 24 s

5. X. Tondo (LA MSS)


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a 29 s



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